“Antes de dormir, orei. Pedi a Deus que perdoe tanta ingratidão de minha parte, por não enxergar tudo de bom que a vida me oferece.”
“Comigo você não precisa de disfarces. Eu gosto mesmo é do teu rosto logo de manhã marcado pelo sono, da tua voz rouca de cansaço ao fim do dia e do seu jeito estabanado de fazer as coisas. Eu gosto mesmo é de você, sem esconder parte alguma.”
“Deus quer que você pare de ficar olhando pra Ele de longe, Ele quer que você o conheça de verdade. Ele quer que você pare de usar Deus na tua boca de maneira automática. Ele quer que você pare de ter um Deus escrito numa bíblia que tá aberto lá no “Salmos 91” como se fosse um amuleto na tua estante. Ele quer que você o conheça como o teu Deus, como o teu Pai. Como alguém que tem um amor incondicional por você.”
— Juninho Afram, Oficina G3 - Depois da Guerra - parte 4. (via
poesia-e-fe)